TRAÇANDO A SAUDADE – PÉROLAS DO MONTEZUMA SALES. CARTAS PARA O ALÉM.
Leiam e meditem sobre a mediocridade de um homem que de tudo já fez para ser reconhecido como escritor, mas os assassinatos constantes da nossa língua vernácula, cometidos não apenas no traço da saudade como no bebi na fonte – aqui não comporta letra maiúscula – como também no cotidiano do seu blog Montezuma Sales, não lhe oferece condições para tal. Sem mais delongas, basta lerem o que ele colocou no que chamaria de primeiro livro. Tudo está “up side down”, ou seja, de cabeça para baixo. não tem pé nem cabeça. Deleite-se com o texto. Melhore a sua gramática e aprimore os seus conhecimentos estilísticos. Acho que ele deveria estar no efeito do “Santo Daime” quando escreveu e assinou esse atestado de burrice.CARTA PARA O ALÉM ESCRITA POR MONTEZUMA SALES. ELE ESTÁ DANDO PARA FALAR COM OS MORTOS
Nós é que somos felizes em ter motivos alvissareiros para sempre estar lembrando do senhor, seja qual for o motivo! O que vale mesmo é lembrar! Mas depois desta embiricica de números pares, todos dizendo muito do senhor, dizendo muito, mas nunca dizendo tudo! Nenhum número par vai dizer o que o senhor sempre foi! O mais legítimo dos ímpares, beirando o I! O primeiro, o inesquecível número I! O ímpar mais influente do que qualquer par!
Papai, vamos ficando por aqui, com a calculadora imaginária somando recordações com saudade, diminuído a tristeza, multiplicando as lembranças com exemplos! Não sei que resultado vai dar. Se par ou ímpar? O que sei mesmo é a operação da matemática do lado de lá, onde 2 mais 2 nunca vão dar 4. Nem eu, e nem ninguém sabe lá quanto vai dar!
E por aqui, novamente vamos passando a régua, subtraindo a dor, somando emoções com bem querer. Navegando nos números infinitos das saudades!"
Vai escrever ruim assim no Afeganistão, seu doutor! Quer destruir o espírito de Camões?
